Sentado em qualquer lugar, vendo as pessoas passarem mas não deixando de ver nada. Tudo, tudinho anotado no meu caderninho com capa de couro velho, com o mesmo cheiro. Assim como fazer uma análise de uma música ou um filme que te fez refletir... Te fez pensar nas milhares de cores e cheiros que esse mundo nos traz. Te deixa sem as respostas das perguntas que você mais fica tentado a saber.E com isso, é difícil me iludir, porque não costumo esperar muito de ninguém. Odeio dois beijinhos, aperto de mão, tumulto, calor, tapinha nas costas, gente burra e quem não sabe mentir direito. Enfim, acho que odeio muitas pessoas. Parece que é mais fácil odiá-las do que amá-las. Só Jesus pra amar todo mundo e eu não sou Ele.
Parece que há mais coisas estúpidas escritas em meu caderno hoje... E vai ter mais coisas estúpidas amanhã. Talvez quando eu morrer, alguém em algum lugar vai ler cada palavra, cada folha... Vai entender e talvez repassar algumas coisas adiante. Esse alguém vai me conhecer de verdade, mas só quem ler até a última página. Não sou especial. Nunca fui excepcional. Tudo que eu faço é com algum propósito. Só preciso entender qual.
É, acho que nunca terá um propósito certo não é? Afinal, nem ao menos sabemos se amanhã estaremos vivos!
ResponderExcluirConto com sua presença em meus blogs:
http://jardim-das-hesperides.blogspot.com
http://pinguimrosa.blogspot.com
Esta sensação de uma certa impotência, com uma pitada de intolerância e outra de insignificância já me atormentou a alma...
ResponderExcluirMuito expressivo o seu post!
;D
nem td foi feito com um proposito as vezes tenha talvez seja so um jogo mal compreendido,um dia saberemos
ResponderExcluirse o que faz, te deixa bem.. Não procure propósito.
ResponderExcluirMuito legal. Seguindo. :*
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