2011/04/08

Dia 567

A vida, o avião e as estrelas.

Eu já vi tudo, eu vi a escuridão, eu vi a luminosidade de uma pequena faísca. Eu vi o que escolhi ver, vi o que precisava, e isso basta. Uma vez, uma pessoa sábia me perguntou se eu acreditava que cenas de cinema podiam se tornar cenas de realidade. E eu respondi que sim. A mesma pessoa me perguntou se eu acreditava no amor. E eu respondi que sim. Basicamente, tudo se resume a mágica das coisas. A imensidão de tudo isso. Sempre gostei de pessoas que sentiam o mundo a sua volta. Diante disso, eu fico bobo. Bobo mesmo, sem graça achando que tudo pode estragar. E nem aqui, escrevendo eu sei dizer. É muito bobo, mas é bom! Tão bom. Uns tropeços aqui, uns passos por ai... E um gato gorducho chamado 'Não Sei'. É um tanto simples, mas agora procuro pontos brilhantes no céu. E acredito que cada um deles é um sonho de alguém. Por que, pra onde vai nossos sonhos? Olha pra cima! Eu andei na rua, fechando os olhos e caminhando e sabe o que pensei?
A vida, o avião e as estrelas.

3 comentários:

Maíra K. disse...

Tem coisa melhor do que se sentir bobo assim? Para mim, não.

Priscila Mondschein disse...

Também adoro visões de imensidões... e pessoas que veem além daquilo está perto dos olhos!

Beijão!

Angel Tiemi disse...

São estrelas *-* e tenho certeza que com elas mais coisas viram rs' só acho