Uma vez eu comecei um texto dizendo o seguinte: Antigamente eu sabia exatamente o que fazer.
Sabe o que é? É que eu nunca fui muito bom nessa coisa de amar e cuidar. Mas eu também nunca quis tanto estar junto de alguém, amar, cuidar e pertencer como eu queria ela. Cara, a escola tinha que ensinar a esquecer e não se importar. Não adianta saber tudo de física se qualquer pessoa pode acabar com você.
Ela cheirava a garoa, café e hortelã. Eu tinha um coração, que apesar das cicatrizes estava cheio de amor e isso era tudo o que eu tinha à oferecer. Mas não foi o suficiente. Ela queria o céu e eu, era apenas um pedaço de nuvem.

Daqui uns anos, o que vai valer de verdade não vai ser diploma, nem qualquer outra coisa chata do cotidiano como qualquer bom emprego que você foi o empregado ou patrão. Mas sim as loucuras vividas, lugares visitados, fotografias marcantes, sorrisos e memórias. Esse é o maior legado para seus filhos. Mas enfim... O fato é que todo desamor, acaba virando ódio ou poesia. Talvez uma canção de amor.
Uma vez eu comecei um texto dizendo o seguinte: Antigamente eu sabia exatamente o que fazer. E conclui: O que eu devo fazer agora?
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